Mochila Solar

O que é?

É uma mochila desenvolvida com duas placas fotovoltaicas embutidas que captam a luz solar e transformam em energia elétrica

Ela carrega pilhas AA e transfere energia para pequenos dispositivos eletrônicos muito comuns no dia-a-dia, como celular, MP3 player, Ipod, GPS, Câmeras digitais e outros. Possui um carregador de pilhas AA para 4 unidades que pode ser usado também fora da mochila e acompanha adaptador veicular 12V e fonte bivolt, inclui também 9 conectores para diversas marcas e modelos de celulares.

Como funciona?

Absorve a energia do Sol através dos painéis solares gerando então a energia elétrica, que será armazenada nas baterias dos aparelhos eletrônicos ou nas pilhas recarregáveis. Utiliza a energia limpa e renovável do Sol a seu favor e a favor do meio ambiente, para dar suporte de energia a todos os eletrônicos portáteis, tais como: celular, smartphone, câmeras digitais Ipod, MP3, MP4, games e GPS entre outros.

O que ela possui?

Duas placas fotovoltaicas de silício policristalino, que é o material mais barato existente atualmente e com uma boa relação custo/eficiência, embutidas que captam a luz solar e transformam em energia elétrica.

Carrega pilhas “AA” e transfere energia para pequenos eletrônicos como celular, MP3 Player, Ipod, GPS, Câmeras Digitais, entre outros.

Possui um carregador de pilhas “AA” para 4 unidades que pode ser usado também fora da mochila.

Acompanha adaptador veicular 12V ou e fonte bivolt.

Inclui também 9 conectores para diversas marcas e modelos de celulares

Painel Solar: 6 v / 470mAh,

Potência: 2.7W

Tensão da saída: 5.5v

Corrente de saída: 400-500 mAh

Tempo de recarga solar: 2 a 3 horas com pilhas 1200mAh / 3 a 4 horas com pilhas 1600 mAh.

Mochila com painéis fotovoltaicos de silício policristalino

 

 

A mochila pode ser encontrada a venda em várias lojas e em diversos modelos, com um preço médio de R$ 350,00, sendo que o médio de vida útil dos painéis fotovoltaícos é de cerca de 25 anos.

Empresa lança protótipo de bateria mais eficiente

A Ioxus, empresa especializada em soluções de geração de energia, apresentou um protótipo de bateria que exige apenas 90 segundos de carga para funcionar. De acordo com a empresa, o produto é capaz de manter os aparelhos ligados pelo dobro do tempo das alternativas existentes no mercado.

De acordo com a Ioxus, brinquedos e eletrodomésticos são o foco principal devido ao tamanho reduzido do dispositivo. No futuro, porém, a solução poderia ser aplicada também em carros, com a energia perdida nas frenagens sendo transferidas rapidamente para a bateria.

Porém, o protótipo suporta apenas 20 mil ciclos de recarga, muito abaixo do padrão existente hoje em capacitores EDLC e superior às baterias de lítio-ion utilizada em celulares e tablets, por exemplo. Não há data de lançamento para as novas baterias, já que a Ioxus pretende resolver o problema antes de aplicar o produto em larga escala.

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A Força dos Ventos

A matéria de capa da Revista Pesquisa FAPESP de novembro-2011 mostra um trabalho que indica que o bom potencial eólico brasileiro movimenta pesquisas para o desenvolvimento de geradores de pequeno porte.

Moinhos de vento de cerca de 110 metros de altura transformam em energia os ventos que sopram constantemente durante todo o ano nas costas e no interior do Nordeste brasileiro, assegurando aos parques eólicos instalados na região uma produtividade bem acima da média mundial. “Os parques eólicos de Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte produzem bem mais do que os da Europa, China ou Estados Unidos”, diz o engenheiro aeronáutico Odilon Camargo, um dos donos da empresa Camargo Schubert, de Curitiba, no Paraná, responsável pelo Atlas do potencial eólico do território brasileiro, lançado em 2001 pelo Ministério das Minas e Energia e Eletrobrás. O atlas apontou um potencial eólico para o Brasil da ordem de 143 gigawatts, ou seja, 10 vezes a capacidade de Itaipu. “O potencial estimado naquela época já era maior do que tudo o que se tem hoje instalado em termos de geração de eletricidade, que é da ordem de 100 gigawatts”, diz Camargo, que antes de se tornar empresário era pesquisador do Centro de tecnologia Aeroespacial (CTA) do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos, no interior paulista…

Link para a matéria na íntegra: http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=4279&bd=1&pg=1

Levantamento presente no Atlas Eólico (2001), indica as áreas de melhor potencial eólico no Brasil

Transporte com Economia

Um ônibus híbrido capaz de reduzir em até 30% as emissões de dióxido de carbono em função de uma diminuição equivalente no uso de combustível foi desenvolvido em parceria entre a empresa alemã Siemens e a indústria gaúcha Agrale para o transporte urbano de passageiros. O veiculo batizado de Hybridus, utiliza uma tecnologia híbrida diesel e elétrica.

Em vez de uma bateria recarregável, o ônibus é equipado com o sistema ELFA (Eletric Low Floor Axle), controlado com uma central eletrônica que reúne dois ultracapacitores, que armazenam energia elétrica. A tecnologia mantém o motor diesel em níveis ideais de rotação, gerenciando o fornecimento da potência necessária. Assim, obtém-se uma economia considerável de combustível, além de redução de emissão de gases e ruídos.

Fonte: Revista Pesquisa Fapesp n°174 – 2010

Captação solar mais Eficiente

Um sistema fotovoltaico com estrutura móvel, que permite captar o máximo de energia solar, foi desenvolvido pelo professor Alceu Ferreira Alves, da Faculdade de Engenharia da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Bauru, no interior paulista.

“O sistema móvel apresenta um aumento de eficiência de até 53% em relação a um fixo similar”, diz Alves.

Um dos diferenciais dessa tecnologia é que, em vez de sensores, ela utiliza equações conhecidas na área de astronomia para calcular a posição exata do Sol. “A partir dessa informação, o painel é posicionado com a superfície perpendicular à incidência dos raios solares.”

Outro diferencial é que, em vez de motores de corrente contínua, o pesquisador optou por usar dois motores de passo, utilizados em impressoras de computador, que oferecem boa precisão de posicionamento e um sistema de controle simplificado. Esses motores são responsáveis pela movimentação do painel em dois eixos – um deles faz o ajuste da inclinação a cada três ou quatro dias e o outro o acerto do ângulo horário, a cada quatro minutos.

Fonte: Revista Pesquisa Fapesp n°174 – 2010

Emissão Zero em Táxis em Londres

O tradicional táxi de Londres, na Inglaterra, chamado de Black Cab, vai ganhar uma versão verde com emissão zero de poluentes.

O Black Cab Green será híbrido, movido a hidrogênio e dotado de baterias de íon de lítio.

Até 2012, ano de Olimpíadas em Londres, uma frota de 16 veículos deverá estar rodando na cidade. Eles serão produzidos por um consórcio de empresas com financiamento de US$ 45 milhões do Conselho de Estratégia Tecnológica do Reino Unido.

Entre essas companhias estão a Intelligent Energy, que vai fornecer as células a combustível, equipamento que transforma o gás hidrogênio em eletricidade, a Lotus Engineering, com um pacote de integração dos vários sistemas do veículo, a própria fabricante do veículo, a London Taxis International e a TRW.

Fonte: Revista Pesquisa Fapesp n°174 – 2010

Eletricidade do Vegetal

Bastante usada na culinária, a batata transformou-se em uma fonte de energia renovável por pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel.

Uma única fatia do tubérculo pode gerar 20 horas de luz, enquanto várias fatias são capazes de produzir energia para alimentar equipamentos médicos simples e até mesmo um computador.

O detalhe é que a batata tem que ser cozida, já que a temperatura de ebulição rompe as membranas de suas células, liberando os eletrólitos naturais, responsáveis pelo fluxo elétrico. A capacidade de produzir e utilizar energia elétrica de baixa potência foi demonstrada com a construção de um sistema diodo emissor de luz alimentado por células de batata, que funciona de forma semelhante a uma bateria convencional, com dois eletrodos, um de zinco e outro de cobre, separados por um eletrólito, no caso a própria batata.

Fonte: Revista Pesquisa Fapesp, n°174 – 2010

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